
quarta-feira, 14 de maio de 2014
As diferenças entre Exu Pagão, e Exu de Lei!
Na Umbanda, principalmente na linha auxiliar dos Exus e Pomba Giras, espíritos trabalhadores que são muito mal interpretados, gerando com isso, o afastamento da essência da nossa religião, justamente pela total falta de cuidado/atenção na observação das palavras do Caboclo das Sete Encruzilhadas.
O Caboclo, através de seu aparelho Zélio de Moraes, quando anunciou no dia 15 de Novembro de 1908, a fundação de uma nova religião no Brasil, disse: "A Umbanda apregoa o trabalho em benefício de todos, independente de cor, raça, credo e condição social, pela prática da caridade e da literatura do evangelho de Jesus". Portanto, a Umbanda é a incorporação de espíritos para prática da caridade, e como tal tem total afinidade com a Luz do Pai Maior irradiando somente e exclusivamente o bem.
"Na doutrina umbandista, chamamos de Guardiões os Exus que trabalham na Umbanda. Este Guardião, é um Exu de Lei e possui as seguintes características:
1) Um dia foi um espírito sem rumo, que provavelmente trabalhava negativamente, ou era dominado por espíritos negativos.
2) Em um determinado momento se aproximaram da Lei da Umbanda e mudaram sua forma de pensar e agir, e de “vagabundos”, passaram a ser os maiores trabalhadores.
3) Foi designado a estes espíritos a função de tomarem conta da Casa de Oxalá, ou seja, tomarem conta dos Terreiros de Umbanda, e da Lei de Umbanda.
4) São espíritos fortes, e quando necessário, podem usar de meios duros para afastarem e punirem os indesejáveis.
5) São os espíritos responsáveis por todas as encruzilhadas.
Mas afinal, o que são os Exus Pagãos e os Exus de Lei?
Percebemos que atualmente existe um “endeusamento” dos trabalhadores da Umbanda conhecidos como Exu, alguns autores acabam atribuindo a ele, características que seriam do próprio criador, o que é um grande erro.
Por outro lado, existem alguns umbandistas que ainda defendem a ideia de que Exu é o demônio, o que é também um grande equívoco. Normalmente naqueles terreiros, que possuem uma forte influência Católica, o sincretismo com o demônio ainda impera. Esta visão deformada dos Exus na Umbanda deveu-se basicamente depois do lançamento do livro "Exu", de Aluizio Fontenelle, em 1951.
Aluizio Fontenelle foi o primeiro a escrever sobre Exu na Umbanda e na Quimbanda, e no livro, apresentou uma relação entre exus e os demônios. Nele, Exu foi relacionado com os diabos das tradições judaico-cristãs. Infelizmente após o lançamento deste livro, a idéia de que Exu da Umbanda era um ser maligno, ganhou força e dominou a mente de vários umbandistas.
Pessoas de mente fraca, sem conhecimento doutrinário começaram a ver os ditos Exus demônios e as imagens dos Exus-demônios proliferarem nas lojas especializadas neste tipo de comércio. Alguns Terreiros chegam ao extremo de não trabalharem com a linha dos Exus, exatamente devido a este preconceito.
Até alguns anos atrás era comum você estudar e compreender esta linha de trabalho a partir das nomenclaturas de Exu pagão e Exu de Lei, infelizmente alguns autores deixaram de lado este conhecimento antigo e passaram a endeusar os Exus, gerando muita confusão no meio umbandista, principalmente entre os mais novos, recém-chegados a Umbanda. É importante lembrar que quando estamos estudando os Exus, é muito importante não misturar fundamentos. Existe grande diferença entre o conceito de Exu Orixá no culto de Nação.
Exu Guardião ou Exu de Lei da Umbanda, e o Exu da Quimbanda.
Este texto irá mostrar o Exu na Umbanda, não interessando neste momento outros conceitos existentes em outros cultos. A Umbanda é um culto voltado a prática da caridade, é uma religião que tem como finalidade principal promover o encontro de seus adeptos com o criador. Este processo se faz através dos Orixás, guias e protetores. Na Umbanda não existe a prática de magia negativa, não se faz amarrações, trabalhos para prejudicar terceiros, vinganças etc… Em hipótese alguma este tipo de trabalho espiritual é realizado dentro de uma casa de Umbanda.
Existem muitos cultos que infelizmente ainda trabalham sem uma orientação, e nestes lugares é pratica comum se fazer qualquer tipo de trabalho espiritual mediante pagamento. Tradicionalmente existe uma polaridade para diferenciar estes tipos de cultos. De um lado temos a Umbanda, se colocando como o lado da luz. Do outro lado a Quimbanda, se colocando como um culto das trevas. A polaridade Umbanda e Quimbanda é antiga, e sempre teve a conotação da luz lutando contra as trevas. Atualmente fizeram uma grande mistura entre cultos diferentes, e acabaram misturando Umbanda com Quimbanda. Chegaram até a diferenciar a palavra Quimbanda de Kimbanda; o que é uma bobagem criada somente para confundir os iniciantes. Quimbanda é um culto, tradicional, antigo e que não tem preocupação alguma com o conceito de bem e mal, ou com as Leis de Deus.
Na Quimbanda quem comanda os trabalhos são os Exus, e é prática normal fazerem qualquer tipo de trabalho, sem que haja qualquer ressentimento ou freio moral. É um culto que pode ajudar, mas infelizmente devido a inferioridade moral das pessoas que a procuram acabam pedindo qualquer tipo de trabalho a estes Exus que trabalham na Quimbanda.
Na Umbanda, existe uma lei maior e todos os Exus que trabalham nela, não fazem qualquer tipo de trabalho negativo, podendo em determinadas situações até orientar o consulente, ou mesmo dar uma lição de moral naquele que vai pedir por este tipo de trabalho. Lembramos que o comando dos trabalhos na Umbanda, sempre é feito por um Caboclo ou um Preto Velho. Mas se na Quimbanda o Exu faz trabalhos negativos e na Umbanda o Exu não faz trabalhos negativos o que vai diferenciar estes espíritos? É aqui que entra o conceito de Exu Pagão e Exu de Lei.
Estes espíritos negativos e ignorantes, são conhecidos na Umbanda como Kiumbas. São estes espíritos que acabam indo se manifestar nestes lugares onde não existe a preocupação com a lei maior. São estes kiumbas que chamamos de Exu Pagão, e aqui é importante chamar a atenção que é somente uma nomenclatura, que serve para diferenciar a natureza destes espíritos. Ninguém está afirmando que eles serão batizados por alguma pessoa, ou coisa do gênero, utilizamos a nomenclatura para fazer uma classificação e desta forma permitir a sua identificação.
Já o Exu de Lei, é aquele que trabalha na Umbanda, e é um espírito que conhece suas limitações, conhece a lei divina, e quer trabalhar para ajudar os necessitados, possui obrigações espirituais dentro de uma casa umbandista, e atende as ordens superiores, que normalmente são emitidas por um Caboclo ou Preto Velho, dirigente do terreiro.
O Exu de Lei já foi um dia um Exu pagão, mas em dado momento encontrou a Lei da Umbanda e passou a seguir o caminho do bem. É um espírito milenar, conhecedor da magia, conhece muito bem todos os lugares trevosos, sabe muito bem como lidar com estes seres negativos; é por isso que normalmente é o encarregado de tomar conta das passagens que levam aos submundos trevosos. É forte, duro, determinado, mas nunca irá usar a magia para atacar alguém, sempre estará na defensiva, protegendo, socorrendo. Muitos já nem consomem mais bebidas, em alguns terreiros seus trabalhos são reservados e servem somente para o descarrego dos médiuns e da casa.
Agora que você já sabe a diferença entre Exu Pagão (Kiumba) do Exu de Lei (Guardião) ficou fácil diferenciar as casas onde se trabalha com a Umbanda, das casas onde se trabalha com a Umbanda cruzada com a Quimbanda. Aqui é importante fazer uma ressalva. Alguns Terreiros de Umbanda costumam chamar a gira dos Guardiões de Quimbanda, mas neste caso não se trata de outro culto; é somente uma nomenclatura utilizada para se referir aos trabalhos dos Guardiões. Mas existem Terreiros que “viram” para a esquerda, para a Quimbanda. Neste caso são casas cruzadas, onde se trabalha com a Umbanda e com a Quimbanda. Nestas casas cruzadas, existe o pagamento pelo trabalho espiritual realizado, oferendas com sangue, carne, ou sacrifício de animais etc…
E como podemos ver, isso é uma contradição; não sendo possível seguir a lei da Umbanda em determinados dias e a Quimbanda (magia negativa) em outros dias. Ou você é quimbandeiro e talvez um dia enxergue a luz e siga a Umbanda, ou é Umbandista e já deixou para trás há muito tempo o caminho das trevas, pois a partir do momento que se conhece o caminho da luz não é possível querer retroagir e voltar a seguir o caminho das trevas.
As Iabás:

A palavra Iabá quer dizer “Mãe Rainha” e que na África era um título apenas atribuído aos Orixás Iemanjá e Oxum e que no Brasil se estendeu a todos os outros Orixás femininos. Senhoras misteriosas em seus fundamentos, ligadas muitas vezes as águas e fecundidade, entedê-las profundamente é como se nós quiséssemos conhecer todos os mistérios da vida e do surgimento da vida. Crer na força das Iabás ou nas nossas chamadas “Mães de Cabeça” é como querer estar sempre amparado pela própria mãe carnal em si. Tal como na família material onde muitas vezes a figura da mãe tem o papel mediador entre a postura educativa e mais séria do pai para com o filho, assim são essas sagradas mãezinhas. Energeticamente falando, as Iabás são a metade feminina da existência; ou seja, não há procriação sem a presença do homem, muito menos da mulher. Abaixo, as nossas Yabás cultuadas na Umbanda.
Oxum, é a senhora das águas doces, cascatas e rios, desde a sua nascente até o seu encontro com o mar. Senhora do ouro, do mel, da beleza, da vaidade feminina, encanto e também do jogo de Ifá (jogo de búzios). Oxum rege também a fertilidade devido a sua ligação ao óvulo liberado em cada ciclo menstrual. É a responsável pelas artes culinárias, a qual segundo as lendas, “dobravam” as opiniões contrárias dos seus inimigos através do estômago. Possui o título de Yialodê (ou “Senhora da Tribo”), ou seja, é a grande mãe que de todos toma conta, zela e protege. Suas cores na umbanda são o amarelo, dourado ou azul claro em algumas casas. Seu campo de atuação é o amor, as relações humanas, a comunicação, a sensualidade pelo encanto e pela beleza. Suas obrigações devem sempre serem feitas em ambiente limpo (Oxum detesta poeira e sujeira), gosta de doces finos e frutas das mais variadas, principalmente as ricas em caldo e sua comida mais ofertada, sem dúvida é o omolocum.
Iemanjá, é a senhora dos mares e oceanos. Dona do Ori, rege o casamento a vida em família. Senhora também da etiqueta social. Iabá bastante adorada em nosso país devido a grande extensão de praias e também do mar ser para alguns a sua única fonte de sobrevivência e sustento. Suas cores são o azul, o branco e também o prateado. Também gosta de espelhos tão quanto Oxum por também estar ligada a vaidade, sendo que esta vaidade não é tão coquete e dengosa quanto a de Oxum, a vaidade de Iemanjá está mais ligada a vaidade de uma rainha soberana e poderosa, visto que, ao lado de Oxalá, também está bastante ligada a criação e na mitologia yorubá ocupar a posição de mãe de todos os Orixás – a grande Matriarca. É a senhora de todas as obrigações de cabeça e oboris. Rege também a fase da gestação até o nascimento da criança. A Iemanjá podem ser ofertadas cocadas brancas, eboya, arroz branco com camarão seco, claras em neve, frutas claras, peixes (tais como sioba e corvina, p. ex.) e também o manjar e etc.
Iansã, é a senhora dos bambuzais, das ventanias, dos redemoinhos das tempestades. Iabá muito ligada ao elementos fogo e ar. Iansã representa a sensualidade, a sexualidade, o prazer, a boa risada, a gargalhada sincera e a alegria vibrante. A energia da sensualidade que emana desta Iabá vem pelos caminhos do desejo ardente e incontrolável. Tanto que nas lendas africanas, foi esposa de vários Orixás (Obaluayê, Ossain, Ogun, Oxóssi, Xangô) isso não só para representar a inquietude regida por ela mas também para mostrar que o elemento AR está presente em vários lugares da natureza e necessário a eles (o vento é necessário para a procriação das plantas, multiplicação das florestas, para alimentar o fogo, por exemplo etc.). Representa a mulher que antes de ir a luta beija os filhos com carinho e chegando nos campos de batalha não deixa a bravura sufocar a sua feminilidade e sensualidade. Em suas comidas votivas não pode faltar dendê, sendo o acarajé seu prato mais ofertado. Também aceita frutas diversas, além do abará (papa de feijão fradinho em folha de bananeira cozida em banho maria). Suas cores principais são o vermelho e o coral, também sendo em algumas casas o rosa e o amarelo.
Nanã Buruquê, é a senhora dos pântanos, alagadiços e manguezais. É a mais velha das Iabás muito ligada aos mistérios da criação. Segundo lendas, Nanã participou da criação do mundo junto a Oxalá, emprestando-lhe o barro para a confecção do ser humano, fazendo–lhe jurar que ao final da vida de cada um deles que ele devolvesse o seu “barro sagrado” novamente, daí a sua saudação: Saluba Nanã Buruquê (Retornaremos ou nos refugiaremos em Nanã Buruquê). Iabá muito ligada a vida e a morte, tão quanto Obaluayê, rege a ancestralidade, a tudo o que é antigo e arcaico. Rege o que não precisa ser mudado por já funcionar (representa “o modernizar pra quê?”). Ex.: uma moringa de barro ao invéz de uma jarra metálica ou uma escama de pirarucu (usada no mundo indígena para o corte de animais e hortaliças ao invés da moderna faca de aço. Nanã é contrário a modernidades e barulheira. Representa o silêncio, a meditação o aconselhamento e a sabedoria dos mais antigos. Representa os idosos e sua sabedoria acumulada pela experiência. Suas cores são o branco e o lilás, ou também o azul cobalto. Gosta de efó, omolocum de feijão branco, água mineral, beterraba e berinjela preparadas devidamente. Também aceita frutas.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Leia o Informativo Especial de Maio/2014 - "Os Pretos-Velhos"
Já encontra-se disponível para consulta, o Informativo Especial de Maio/2014, "Os Pretos-Velhos", com duas páginas. Leia já!
Hoje, Comemoramos, "O DIA DOS PRETOS-VELHOS!"

Hoje, dia 13 de Maio é quando relembramos a histórica“Abolição da Escravatura” no Brasil, e também comemoramos na Umbanda o “Dia dos Pretos- Velhos”. Eles, representam o espírito de superação e transcendência de toda a tortura e sofrimento vividos pelos escravos no passado; quando homens negros eram tratados como objetos de comércio e lucro dos grandes senhores.
Os Pretos-Velhos após sucessivas reencarnações, transformam-se em espíritos de luz e guias mediúnicos muito eficazes para trabalhar em diversos setores. São espíritos guias de elevada sabedoria, feiticeiros poderosos que dominam a “arte” do uso das ervas para trabalhar como medicamentos espirituais e feitiços em diversas áreas.
Salve os Pretos-Velhos!
Eu Adorei As Almas!
Eu Adorei As Almas!
terça-feira, 6 de maio de 2014
A Umbanda tem fundamento, é preciso preparar...

A gira é um ritual mágico utilizado na Umbanda para a manifestação dos espíritos através normalmente, de um guia de luz, que comanda um Preto-Velho ou Caboclo. Na Umbanda, os médiuns que recebem os guias são chamados, aparelhos. A incorporação é chamada também de transe mediúnico.
RITUAL E DISCIPLINA
Todo terreiro de Umbanda possui um ritual e embora estes rituais se modifiquem, é necessário que haja disciplina para realizar uma gira, ou seja, NORMAS CONHECIDAS POR TODOS desde o dirigente ao iniciando que acabou de entrar. Este deve ser orientado logo que chegue ao seu Centro:
- Com a relação a sua postura dentro do terreiro,
- Suas obrigações e deveres para com seus irmãos
- As normas básicas de respeito e tratamento.
- Conhecimento correto de quem são nossos mentores espirituais
· O primeiro a ter respeito por tudo e por todos tem que ser o Dirigente, assim como os filhos mais velhos (pois estes conhecem bem o interior de uma casa)
· Aquele que está se iniciando deve ter em seu dirigente um exemplo, uma meta a ser atingida.
No terreiro cada um deve ser o que é, sem máscaras, sempre visando à auto-melhora, e o seu auto-conhecimento. A Umbanda nos ensina que cada um é o que é, cada pessoa sabe em seu intimo quais são seus processos de ação e reação, infelizmente quase todos nos escondemos de nós mesmos, por falta de coragem de olharmos no nosso espelho interior, e vermos nossos defeitos para podermos dar o primeiro passo para a mudança. Para isso contamos com o auxilio fraternal das Entidades de Aruanda e também os conselhos dos Pais de Santo experientes e sinceros. Mostrar o caminho não significa decretar, A UMBANDA NÃO AGRIDE AS CONSCIÊNCIAS, NÃO VISA TORNAR NINGUÉM INFELIZ OU VAZIO DE RELIGIOSIDADE.
Por isso, é importante o Dirigente observar que se um novo integrante da corrente veio de outra religião e naquele momento de sua vida deseja abraçar a Umbanda, não é de repente que essa pessoa vai esquecer a fé que moveu por dentro durante tanto tempo.
O VERDADEIRO UMBANDISTA RESPEITA TODOS OS CREDOS E SABE QUE A MESMA FÉ QUE O FAZ AMAR SEUS GUIAS E PROTETORES, FAZ UM CATÓLICO AMAR SUA IGREJA, OU UM MUÇULMANO AMAR ALÁ.
O médium de verdade deve ter em mente que na Aruanda todos são iguais (se há diferenças na hierarquia é porque os que chefiam, são as que mais trabalham e menos falam...).Isto quer dizer que os médiuns não devem sequer pensar que sua entidade é melhor que do seu irmão, as entidades de Aruanda preferem que seus filhos falem menos e trabalhem mais pelo seu próximo. Umbanda é Paz e Amor!
domingo, 4 de maio de 2014
Leia os 3 novos lançamentos dos Folders Explicativos!
Já estão disponíveis os novos lançamentos dos "Folders Explicativos: Conhecendo Um Pouco e Mais Sobre A Umbanda". Lembrando, que os mesmos poderão ser solicitados por e-mail, para: cesjbig@gmail.com
OS PRETOS-VELHOS
OS CIGANOS
EXU
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Preto-Velhos
Ouça agora, a programação atualizada do Mês de Maio do CESJBIG!
Ouça agora, a programação atualizada do CESJBIG para o mês de Maio/2014!
sábado, 3 de maio de 2014
Informativo Mensal do CESJBIG - Maio/2014
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